Euphraise Laboratoires Boiron

Eufrásia

A sua beleza não é a única coisa que faz bem aos nossos olhos

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  • Nome comum:Eufrásia
  • Nome latino:Euphrasia officinalis L.
  • Onde encontrar:É possível encontrá-la um pouco por toda a Europa e América, onde se desenvolve sobretudo nos climas temperados e continentais destes dois continentes.
  • Propriedades:A eufrásia possui propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias, antissépticas e adstringentes, que fazem dela uma planta preciosa para ajudar a melhorar a cicatrização dos tecidos danificados.

Tudo na eufrásia é agradável aos nossos olhos. Desde logo, a beleza das suas flores. Mas também os benefícios oftalmológicos dos seus princípios ativos naturais. Na Boiron, sabemos como transformá-los em soluções de saúde. E, para preservar as suas propriedades, selecionamos apenas plantas silvestres, frescas e floridas, colhidas em França e com certificação biológica.

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Eufrásia: um remédio para os olhos desde tempos imemoriais

As propriedades oftálmicas da Euphrasia officinalis L. são conhecidas desde a Antiguidade. Já no século IV a.C., Teofrasto, filósofo e naturalista grego, mencionava a planta como remédio. Mais tarde, durante a Idade Média, as manchas violetas e amarelas das suas flores foram associadas às dos olhos doentes — o que, na época, era considerado suficiente para comprovar a sua eficácia.

No século XVII, a eufrásia era também designada por “ophtalmica” e “ocularia”. Foi o célebre naturalista Carl von Linné quem estabeleceu definitivamente o termo “eufrásia”, em 1753. Um nome que faz referência a Eufrosina, a deusa da alegria na Grécia Antiga.

Porquê? Não se sabe ao certo. Alguns dizem que se deve ao facto de a planta ter o poder de devolver a alegria a quem sofria dos olhos. Quanto às designações populares “casse-lunette”, em francês, ou “Eyebright”, em inglês, ambas estão naturalmente relacionadas com as propriedades oftalmológicas atribuídas à eufrásia.

Um concentrado de benefícios no seu estado natural

A eufrásia é rica em diversos princípios ativos. Contém flavonoides, conhecidos pela sua ação antioxidante. Glicosídeos iridoides, com propriedades anti-inflamatórias. Ácidos fenólicos, com propriedades antissépticas. E taninos, cujos efeitos adstringentes podem ajudar a melhorar a cicatrização dos tecidos danificados.

Contém ainda lignanas e heterósidos, que também lhe conferem propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias.

Na Boiron, utilizamos plantas inteiras e silvestres para elaborar as nossas soluções de saúde. São colhidas em França, frescas e floridas, e, naturalmente, possuem certificação biológica.

Uma frágil planta semiparasita

A eufrásia, cujo nome latino é Euphrasia officinalis L., é uma planta com flor da família das Orobanchaceae. Este género inclui mais de 200 espécies em todo o mundo. Pode ser encontrada um pouco por toda a Europa e América, onde se desenvolve sobretudo em charnecas e prados soalheiros destes dois continentes, caracterizados por climas temperados e continentais.

E, apesar de ser uma planta relativamente frágil, é capaz de crescer em zonas montanhosas, até aos 2000 metros de altitude. Mas, para se desenvolver plenamente, a eufrásia precisa de parasitar outras plantas. Consegue fazê-lo através de pequenos órgãos de sucção em forma de ventosa, chamados “haustórios”. É assim que retira água e nutrientes das suas plantas hospedeiras, essencialmente juncos e gramíneas. Daí as suas curiosas designações populares alemãs de “brincalhona” ou “ladra de pastagens”.

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Uma planta reconhecível pelas suas bonitas flores

A eufrásia raramente ultrapassa os 20 centímetros de altura. É reconhecível pelas suas pequenas flores, reunidas em cachos terminais. Muito características, apresentam corolas brancas com nervuras violetas, garganta amarela e dois lábios recortados com lóbulos lilases.

Outra característica particular: as suas pétalas estão unidas, formando um tubo que ultrapassa o cálice. Os caules da Euphrasia officinalis L. são eretos ou ascendentes e, geralmente, ramificados. As suas folhas ovais, opostas ou alternadas, têm margens dentadas e são cobertas de pelos nas extremidades.

Quanto aos frutos, são cápsulas ligeiramente oblongas e achatadas que, quando maduras, se abrem para libertar as suas sementes.